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    26/06/2005 a 02/07/2005
  24/04/2005 a 30/04/2005


 

   

   


 
 
danças de salão tradicionalistas



     VANERA
A origem da Vanera é no ritmo cubano Habanera, que é como era grafado o ritmo. Da Habanera para atual Vanera, várias modificações foram feitas, na grafia e no andamento bem mais rápido, para se tornar bailável. Ao longo de mais de três décadas, os conjuntos de baile gaúchos (fandangos) vêm desenvolvendo com sua experiência e criatividade vários padrões rítmicos em seus instrumentos típicos: acordeon, guitarra, baixo, bateria e pandeiro. Quer em suas apresentações ao vivo ou em suas gravações. A Vanera conquistou um espaço privilegiado nos bailes gaúchos, sendo hoje, presença marcante e obrigatória em qualquer Fandango que se preze.
 
VANERÃO 
Também conhecido como limpa banco, tem o andamento mais rápido do que a Vanera. O Vanerão presta-se para o virtuosísmo do gaiteiro de gaita piano ou botonera (voz trocada), sendo assim muitas vezes um tema instrumental. Quanto a forma musical, o vanerão pode ser construído em três partes (rondó), utilizado em ritmos tradicionais brasileiros como o choro e a valsa. Quando cantado, dependendo do andamento e da divisão rítmica da melodia, exige boa e rápida dicção por parte dos intérpretes. O Vanerão com sua vivacidade exige bastante energia, tantos dos músicos, como dos bailadores de fandango.
 
CHAMAMÉ
Chegou no Brasil pelo Rio Uruguai e sendo difundida pelas rádios argentinas no interior do Rio Grande do Sul, dando a conhecer valores como Ernesto Montiel e Tarragó Ros (pai) e muitas outras "legendas do Chamamé". Na realidade "el Chamamé" foi um feliz "contrabando" que chegou para fazer parte de nossa cultura. A interpretação do chamamé pode ser a solo ou em duo, sendo essa modalidade vocal mais apreciada. Podendo ser dançado aos pares ou sapateado em sua origem, o chamamé no Rio Grande do Sul se diferenciou na maneira que os bailadores daqui deram a este ritmo. Importante ressaltar é a versatilidade deste gênero, que vai desde um calmo chamamé- canção em tom maior ou menor, a um chamamé bem bagual em andamento bastante rápido quase uma polca. Vinculado ao chamamé está essa manifestação denominada "Sapukay" que nada mais é que o grito dado espontaneamente pelos chamameceros no momento em que lhes dá gana ou no final de cada tema.


Escrito por luanynha às 14h13
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MEUS AMIGOS

Olá pessoal! nesse blog vou tentar escrever tudo q sei.Pretendo ensinar tudo tudo q sei.Gostaria q todos vcs me ajudassem me dando suas opiniões nesse grande compromisso q me emcarreguei.

Tá legal pessoal?

Muitos bjos da Luanynha



Escrito por luanynha às 15h33
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